quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Tapa-selos. R$ 30,00 + frete.

TAPA-SELOS ou protetor de selos de disco de vinil para lavagem
VERSO DO TAPA-SELOS

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Estão copiando meus textos e postando em sites.

Caros leitores amigos meus: Andam me copiando muito por aí sem citar-me. E o que é pior, podem copiar errado. Avisem aos amigos sobre esse fato, por favor. E aos que não me conhecem, ao perceberem a semelhança de textos de outros sites com os textos dos meus blogs, leiam na minha fonte para obterem a informação correta. Os meus blogs são antigos e tem data gravada pelo Google. Já os sites que existem por aí, os autores pode colocar a data que quiserem, inclusive, data anterior à da fundação dos meus blogs.

Grato, Joaquim Martins Cutrim.

quarta-feira, 30 de março de 2016

Lavagem de um disco de vinil


ÁGUA CORRENTE - O disco de vinil pode ser lavado com água de torneira e isso não causa dano. A concentração de cloro e calcário é tão pequena, tão insignificante, que não tem condições de se depositar e prejudicar. Vinil ou PVC (Policloreto de vinila), é um plástico resistente, o mais resistente plástico de todos os plásticos! Tão resistente que é o único plástico que a indústria usa para diversas finalidades, até para coberturas. Não é à toa que foi o plástico escolhido para ser o LP há 65 anos atrás, a ser trilhado por duríssimas agulhas de diamante e que está durando até hoje.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Ultrassom é ótimo, mas não mata o fungo do Vinil definitivamente.

O SERVIÇO É SÉRIO E MUITO BOM. Mas faço observação:
Amigo que me pediu divulgação do Ultrassom: Divulgo sim, mas com um adendo: O ultrassom não retira definitivamente a principal sujeira de um disco de vinil, o FUNGO. Isto porque o ultrassom é ótimo para retirar sujeiras duras e inanimadas, mas não é apto para retirar definitivamente "sujeiras" VIVAS como o fungo. O que o ultrassom faz com o fungo é só podar sua cabeça e pedúnculo, mas a raiz (Hifa) fica e fará nascer um novo fungo. Daí, continuadas lavagens serão sempre necessárias e a custo zero na própria casa, com detergente neutro. (Joaquim Cutrim).

LIMPEZA DAS CAPAS DOS DISCOS DE VINIL


Quanto a limpar capas com algodão úmido de água com detergente diluído bem fraco (2ml/200ml de água), algodão bem apertado sem água, só úmido, essa prática eu faço. E explico porque não dá problema: Plastificada ou não uma capa, ela está exposta mais à ventilação do que o selo, certo? E mais exposta do que a sua parte interna.


E não há nenhuma diferença entre sulco e fungo quanto à preferência de lançamento de suas hifas (Raiz do fungo): Basta que o local tenha os dois alimentos do fungo: Matéria orgânica ou inorgânica (Atacam o policarbonato e o alumínio dos CD's) e o mínimo de água existente.

Relato minha experiência, certa vez, quando tive que lavar uns vinis que ganhei e que estavam sujíssimos, parados há mais de 30 anos.

1. Separei os vinis por lotes de 20 em 20, dentro de sacolas plásticas, dessas de sapataria, de roupas e lacrei cada lote com fita de embalagem. Fiz isso pois sabia que não iria limpar tudo de uma vez só. Então iria cuidando de lote em lote de 20. Guardei os lotes em local seguro e pronto. Longe do sol e de qualquer fonte de calor.

2. Primeiro passo para a limpeza: Atacar as capas... (Antes, compre uma máscara dessas de cirurgia, numa farmácia, para não aspirar fungos e pó sujo). Sim, eu tirei todos os vinis e novamente os isolei das capas. Dentro de nova sacola plástica - mas qualquer plástico serve, desde que um pouco grosso.

3. Peguei um copo desses de requeijão e coloquei a medida que uso para lavar LP's: Uma tampinha de coca-cola cheia de detergente Ypê (Meu preferido) num copo cheio de água comum, de torneira. E um maço de algodão medicinal - Eu geralmente compro o pacote de 200g. Diluída bem a solução, mergulhei o algodão e tirando, o espremi: A partir daí comecei a limpar as capas, primeiro as plastificadas. À medida que ia passando o algodão ia ficando super sujo, eu o levava para a torneira da pia de rosto, deixava ele branquinho de novo, imergia na solução e ia repetindo o processo até ele ficar branco, sinal de que não restava mais sujeira na capa dos vinis. Quanto às capas de papelão, sem platificação, eu fiz a mesmíssima coisa, só com uma importante diferença: Espremia o algodão ao máximo para ele ficar apenas úmido, muito pouco, pois todo cuidado seria pouco para não arrancar a tinta das capas não-plastificadas: Dava passadas rápidas de um jeito que percebia que não ficava molhada a capa, mas o algodão úmido da solução carreava a sujeira. E o processo vai se seguindo, mas por no máximo 03 vezes - Pois a cada passada a capa absorve água, mesmo que mínima e o algodão ia ficando limpo e a capa também.

4. Limpas por fora as capas, com um daqueles palitões de churrasquinho de queijo de leite-de-cabra que se vende nas praias - Esse palito é encontrado em lojas de plásticos, de isopor, etc e tal, eu colocava na ponta um chumaço de algodão amarrado e ia limpando as capas por dentro e retirando aquele fungo preto horroroso, batendo as capas para cair os farelos de plástico, uma lixeira sempre do lado, pá de lixo, pincel de pintor tipo bem largo para servir de vassourinha, etc. e fui limpando todas as capas, agora por dentro. Finalizado isso, algumas capas destroçadas nas pontas eu restaurei com papel cartão de cor preta, adquirível em qualquer boa papelaria. Um pouquinho de jeito, cola branca, criatividade; tempos de colégio e pronto; tudo restauradinho, capas recoladas - As que estavam soltas e outras enxertadas com papel cartão; aquilo que a traça levou.

5. Capas Ok! Está na hora de colocar os plásticos externos novinhos nelas: Eu havia adquirido pela semprevinil (No blog de limpeza tem o site onde você faz o pedido) vários lotes de plásticos protetores, tanto os internos, como os externos, os mais grossos. Aí, coloquei todas as capas limpas e restauradas nos plásticos e os as caps de vinis estavam lindas, novinhas de novo e com as cores bem vivas. Sucesso total na operação!

6. Bom, todos os lotes de capas limpos e recuperados - Inclusive os posteres dos artistas, tudo limpo, encartes; deu um trabalhão, mas agora é para sempre, nunca mais sujarão. Agora é a vez dos vinis.

7. É a parte mais fácil. No blog limpeza de vinis, meu, tem o passo a passo: Tampados os selos com o kit-tapa-selo - Lá estão as fotos - A mesmíssima solução já mencionada acima para a limpeza das capas é a usada. Algodão imerso, vinil debaixo da torneira, vai-se girando em círculos a passagem pelo algodão com a solução; vai se repetindo, não muito diferente de como se lava um prato. Tira-se a espuma, repete-se, eu vou até umas 3 vezes no máximo, dependendo do grau de imundície em cima do vinil. Bom, vinis lavadinhos, dedo passando no vinil e travando, mostrando que não há mais detergente em cima e vou colocando os vinis no pino para escorrer, separando sempre com um isopor ou dois, conforme a figura no blog. Quem não tem pino ou não se sente segura para usá-lo ou na sua casa não há lugar para fazer furo (Eu furei a moldura da minha porta de cozinha), pode usar um escorredor de pratos de plástico. (Cuidado para antes tirar tudo o que é de pontiagudo de cima da pia, para não ter acidentes arranhando os vinis).

8. Vinis secos, pode usar um ventilador no mínimo só para criar uma leve corrente de ar para retirar a evaporação, facilitando a secagem, não precisa apontar o ventilador exatamente para os vinis, pode ser ventilação indireta e assim é que eles secam em menos de 1 hora. Alguns pingos restantes podem ser absorvidos com lenço ou papel toalha, com toques só para absorver. E pronto: Pode colocá-los agora nas novinhas capas internas que você comprou. Quem mora no Rio, tem a SIMAB, cujo endereço também tem no blog.

Como você viu, a parte mais trabalhosa são as capas. Lavar os vinis é simples e fácil, só uma questão de repetição até a limpeza total. Espero que tenha entendido tudo direitinho e estou aqui à disposição para qualquer dúvida.

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AO MICROSCÓPIO:
Se deseja visualizar sulcos de LP's ao microscópio, entre neste site:

Porque não molhar o selo.
1. O alimento dos fungos é a água. Mesmo que ela venha misturada a outros elementos. Assim, não se pode aplicar água sob o pretexto de eliminar fungos porque você estará fazendo justamente o contrário: Os estará alimentando.

2. O selo ou qualquer papel ou papelão componente de um vinil, sempre estará sujeito ao nascimento de fungos: O alimento está no ar, flutuando, restos de pele e outras partículas orgânicas, basta que se some isso a uma umidade elevada do ar e o processo do nascimento e crescimento do fungo estará completo.

3. A única forma de isolar o selo de ataque de fungos seria impermeabilizá-lo com parafina. Mas isso destrói a autenticidade do selo e para colecionadores, é uma agressão, um vilipêndio á originalidade do vinil, além do que, escurece o selo. (Experiência já feita, parafina aplicada a frio).

4. Se um selo está contaminado de fungo, é porque todo o papelão interno do LP também já o está. Solução para isto: Descole a capa cuidadosamente e a plastifique com contact por dentro. E no selo, aplique um elemento não higrófilo: Talco. E mantenha esse LP em local ventilado. Nada mais a fazer.

5. Ao molhar o selo você está gradativamente desgastando o papel e esmaecendo as tintas. Em pouco tempo, só lhe restará um papel branco como matriz. Não faça isso. Limpe apenas com algodão seco e se preferir, use um pouco de talco no algodão depois da primeira limpeza.


domingo, 5 de outubro de 2014


Blog com conteúdo registrado na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro desde 2008.


Conservação do que é raro e histórico.
BIBLIOSSEGURANÇA

Rogério Santana, Bibliotecário, UniRio.